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segunda-feira, 14 de agosto de 2017

Caso Daniela Araujo: como saber se seu amigo ou parente usa drogas?

O caso da cantora Daniela Araújo suscitou um debate sobre a presença do consumo de drogas no meio evangélico. Para além da situação da artista, existe a preocupação de pais e parentes de jovens e adolescentes com o consumo de substâncias ilícitas, e alguns especialistas apontam formas de notar e oferecer ajuda para que a pessoa dependente consiga se livrar do vício. Existem mudanças de comportamento ou sintomas – como tosses crônicas, falhas de memória, alterações no ciclo menstrual (no caso das mulheres), fadiga excessiva ou interesse repentino pelo assunto das drogas, sempre com o discurso teórico – que evidenciam a presença de uma dependência. Especialistas ouvidos listaram dez pontos que podem externar, de forma involuntária da parte do dependente químico, o consumo de drogas. Confira: 1 – Mudança de interesses A droga geralmente é percebida como uma oportunidade de fuga da realidade, e é normal que o usuário demonstre uma mudança radical de interesses. No caso de adolescentes, isso pode ser notado com o abandono de atividades que, normalmente, o atraíam. Essa mudança pode ser em abandono de um esporte que era praticado, ou desistência de atividades, instrumentos musicais, entre outras coisas. O sinal vermelho deve ser aceso quando esses abandonos de hobbies não vêm por motivos aparentes e desacompanhados de novos interesses. 2 – Queda nas notas Adolescentes que se envolvem com drogas geralmente têm queda no rendimento escolar, repentinamente. Essa piora pode acontecer pela falta às aulas ou pelo consumo de substâncias entorpecentes durante o horário de aula. “Ele pode estar cabulando aulas, deixando de estudar para as provas e de fazer trabalhos para ficar com a turma que usa drogas ou, então, para se isolar e usar sozinho”, comentou a psiquiatra da infância e adolescência Jackeline Giusti, do Instituto de Psiquiatria da USP (Universidade de São Paulo). 3 – Agressividade Quem usa drogas pode se tornar mais agressivo. No caso dos adolescentes, essa postura de hostilidade pode ser uma tentativa de ocultar dos pais o consumo de drogas. “É importante os adultos saberem que os jovens mudam muito de humor, independentemente de usarem drogas ou não”, declarou o psiquiatra Dartiu Xavier da Silveira, do Programa de Orientação e Atendimento a Dependentes da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo). Passar a ser mais nervoso pode não ser efeito das drogas, mas é preciso investigar com inteligência: “Quando os pais desconfiam que o filho está usando algo, costumam ficar mais inquisitivos e vigilantes. E o adolescente tenderá a reagir mostrando-se mais irritado e agressivo”, reiterou Jackeline Giusti. 4 – Amizades A mudança no grupo de amigos, repentinamente, é um indicativo de mudança de interesses e identificação. Não necessariamente essa troca acontece por uso de drogas, e pode, por exemplo, ser motivada pela descoberta de um novo estilo musical. Mas, o uso de drogas também provoca essas mudanças, e por isso, a melhor maneira de acompanhar essa questão é convidar os amigos do filho para reuniões em casa, buscar ou levar às festas, e especialmente ouvi-lo sobre o que tem a dizer a respeito dos colegas. 5 – Perseguição A psiquiatra Glaise Franco, especialista em infância e adolescência pela Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) comentou para o portal Uol que muitas drogas aumentam a quantidade de dopamina no cérebro, levando a sintomas psicóticos, como delírio e alucinação. “Cocaína e crack são as drogas que mais predispõe a comportamentos paranoicos. Quem utiliza, muitas vezes, acredita que está sendo perseguido por uma pessoa ou por um grupo”, afirmou, sugerindo aos pais a busca por ajuda profissional, pois se o filho não estiver usando drogas, pode estar sofrendo com problemas psiquiátricos. 6 – Gastança Adolescentes, em geral, não trabalham, e por isso regularmente precisam recorrer ao dinheiro dos pais para a rotina. Com o vício não é diferente, e isso os leva a pedir mais dinheiro, ou em casos graves, vender objetos pessoais ou da família para consumir a droga. 7 – Hábito alimentar Pessoas que passam a usar entorpecentes têm alterações no apetite, com mudanças inclusive nas preferências em relação a alimentos. “O consumo excessivo de bebida alcoólica provoca falta de apetite e perda de peso, além do aumento do volume abdominal. Já a maconha aumenta a fome e o desejo por doces”, explicou Glaise. 8 – Alterações no sono Bebidas alcoólicas, maconha, solventes e heroína provocam sonolência, e drogas como cocaína e ecstasy geram o efeito oposto. Uma coisa é certa, o uso dessas substâncias altera o sono. “No entanto, se observar que seu filho está dormindo muito, passa o dia todo deitado na cama e evita sair com colegas, é mais provável que ele esteja deprimido e não usando drogas”, disse Jackeline Giusti. 9 – Pupila dilatada Drogas provocam reações químicas diversas no corpo e e efeitos colaterias visíveis. Uma das evidências pode ser notada nos olhos, de acordo com Glaise. “As substâncias contidas em algumas drogas modificam a fisiologia humana por inteiro, alterando a pressão arterial, os batimentos cardíacos, o fluxo de sangue para os órgãos vitais e a musculatura do olho, que controla quanto de luz pode chegar até a nossa retina, provocando a dilatação ou a contração pupilar”, pontuou a psiquiatra. 10 – Isolamento Dartiu Xavier da Silveira alerta para a mudança de companhia e o afastamento da família como um sinal de que a pessoa está com problemas. “Quando o jovem torna-se dependente, o relacionamento com parentes e amigos pode deixar de ser prazeroso. Nesse estágio, ele só encontrará satisfação ao usar a substância. Os pais tendem a achar que os adolescentes que saem muito são os mais expostos a drogas, o que não é verdade. Os mais retraídos também estão tão ou até mais vulneráveis”, salientou.
Fonte-Noticias Gospel Mais/Por- http://www.radionovaalianca.net/

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